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POÇOS PARA MOÇAMBIQUE

Com pouco recurso, você pode fazer parte de um Projeto Global. Junte-se a muitos clubes do Distrito 4621 e salve vidas   Clubes do nosso Distrito, que ainda não realizaram um projeto de Subsídio Global, podem abraçar a oportunidade de se juntar ao Distrito 4621, que busca parceiros para o projeto “Poços para Moçambique”. O projeto surgiu após uma viagem humanitária através do Instituto Poco Poco, da companheira Ana Amstalden do Rotary Club de Saltinho (Distrito 4621), a regiões de Moçambique como Nampula e Chimoio, para conhecer a realidade local de muitos problemas sociais. A governadora assistente do Grupo 12 do Distrito 4621, Adriana de Souza, associada do Rotary Club de Americana, fez contato no Instituto Rotary Brasília, mês passado, com o Coordenador Assistente da Fundação Rotária, Renato Tavares, que trouxe a informação para o nosso Distrito. “Dentro de todas as necessidades que assolam a região, talvez a mais básica para um ser humano seria a ‘água’, que entrou como prioridade e questão de humanidade fazer projetos de subsídios globais dentro da área de enfoque ‘Água, Saneamento e higiene’”, salienta a representante do Distrito 4621. Renato explica que o projeto beneficiará uma das regiões mais secas e pobres do mundo. “Temos a chance de ajudar a instalar 7 poços, localmente conhecidos como ‘furos de água’, que amenizarão a sede de mais de 30 mil pessoas que vivem em total miséria em Moçambique. Os clubes do 4630 podem participar com um recurso pequeno em um projeto de grande porte! O Rotary Club de Chimoio é o clube local que dará o apoio para que tudo seja instalado”, ressalva. Cada poço custará U$ 7100 já instalado e em funcionamento. Foi feito o estudo hidrogeológico para que não se percam os recursos e assim exista a perfuração em local apropriado. O projeto será feito inteiramente com recursos internacionais, sem contra partida, uma vez que não há aportes financeiros dos poucos clubes locais de Moçambique. O que será dado pelo clube de Chimoio é o apoio técnico e de implantação, além do treinamento para a comunidade a fim de que se assegure a sustentabilidade. Valor total do projeto: U$ 49.700. Hoje o que se tem comprometido são:   U$ 5000 FDUC       Distrito 4621 U$ 6000 FDUC       Distrito 3000 ÍNDIA U$ 1000 ROTARY CLUB DE GRIGOTÁ  U$ 1000 ROTARY CLUB DE PIRACICABA  U$ 3000 ROTARY CLUB DE SALTINHO  U$ 3000 ROTARY CLUB DE PIRACICABA-PAULISTA U$ 4000 ROTARY CLUB DE CONTAGEM  Até aqui U$40 mil dólares já com a colocação do Fundo Mundial. Interessados em participar favor entrar em contato com a Adriana pelo telefone (19) 98817-3004 ou com o Renato Tavares (44) 99142-1608. Larissa Nakao Comunicação Corporativa   

Marujo Sport: Presidente da ACICAM é parceiro no Programa Empresa Cidadã

Empresa Cidadã do Rotary Club de Campo Mourão Araucária, a Marujo Sport atua no mercado no segmento de materiais esportivos, pesca, camping, armas e munições, em Campo Mourão. O sócio proprietário Alcir Rodrigues da Silva, tem 42 anos e é atualmente também o presidente da ACICAM – Associação Comercial e Industrial de Campo Mourão. Com foco na satisfação dos clientes, a Marujo Sport possui 12 colaboradores e trabalha com diversas marcas esportivas como Adidas, Mizuno, Speedo, Timberland, Columbia entre outras. Na pesca o forte são os produtos das marcas Shimano, Saint, Rapala, Daiwa. “No segmento de Camping trabalhamos com a Nautika, Coleman, Mor, além de outras marcas e no segmento de armas temos Taurus, CBC, Rossi, Colt, Gamo e outras variedades. Atuamos fortemente na região da COMCAM (Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão), que abrange 25 municípios”, explica Alcir.  Além do apoio aos projetos do Rotary, o empresário é também parceiro da Casa das Fraldas, entidade idealizada pela rotariana Marta Paulina Kaiser Leitner, falecida em fevereiro deste ano. “Temos um apoio financeiro mensal neste grandioso projeto que produz cerca de 15 mil fraldas por mês e faz a entrega para famílias carentes e para o Lar dos Velhinhos”, comenta. Alcir também é proprietário da Esporte Land em Campo Mourão e da A2 Esporte, que fica em Cascavel. “É importante que as empresas e as pessoas tenham a consciência de fazer um trabalho social ou que possam apoiar esse tipo de programa do Rotary. Não sou rotariano, mas entendo perfeitamente a forma como o Rotary trabalha, acompanho e conheço a seriedade do processo. Conheço a equipe de rotarianos da minha cidade. De repente, quando a gente não está conseguindo de alguma forma fazer a nossa parte, contribuir com o Rotary é uma forma de apoiar a responsabilidade social”, destaca o presidente da ACICAM. Ele ressalta que é gratificante sua marca estar vinculada ao Rotary International. “Minha sócia tem o mesmo pensamento, de que é positivo nossa empresa estar atrelada a uma organização respeitada mundialmente. É uma entidade séria, formada por pessoas que estão fazendo um trabalho social de qualidade perante a sociedade”, diz Alcir.   PROGRAMA EMPRESA CIDADÃ – A Fundação Rotária ocupa a 1ª posição na lista das 10 Melhores Instituições de Caridade que todos já ouviram falar.  A ABTRF (Associação Brasileira da The Rotary Foundation) foi criada para ser uma solução inteligente para que doações de empresas sejam aplicadas em projetos sociais que levem às comunidades o desenvolvimento sustentável por meio do Programa Empresa Cidadã. Todo o valor doado à ABTRF é gerenciado pela Fundação Rotária, que transforma esta contribuição em projetos humanitários. Mais uma vez, este ano, a Charity Navigator, uma das principais avaliadoras de instituições de caridade dos EUA, deu à Fundação Rotária a classificação 4 estrelas, a maior que existe, pelo décimo primeiro ano consecutivo. Esta classificação é um reconhecimento a nossa forte saúde financeira e ao nosso compromisso com a responsabilidade e a transparência. Apenas 1% das milhares de instituições de caridade classificadas receberam esta distinção.   COMO SE TORNAR UMA EMPRESA PARCEIRA DO ROTARY INTERNATIONAL   Para ser uma Empresa Cidadã, ela deve contribuir à ABTRF o equivalente a mil dólares ao longo de um ano, em uma única parcela ou divididos mensalmente com uma doação mínima de R$ 300,00. Larissa Nakao Comunicação Corporativa    

GAs em Ação - Nivaldo Canella - Grupo 3: Mandaguaçu, Maringá Alvorada, Maringá Kakogawa, Maringá Parque do Ingá e Maringá Sul

Com a experiência de ter 23 anos de Rotary, sempre no Rotary Club de Maringá Sul, Canella, como é mais conhecido na família rotária, é formado em Engenharia Elétrica, profissão que atuou de 1981 a 2010 e desde então trabalha no ramo de varejo de calçados. “O que contribui para ser governador assistente são os aprendizados adquiridos com as funções exercidas anteriormente ao longo dos anos no clube e no Distrito e também a participação nos treinamentos de capacitação, seminários, assembleias, conferências distritais, que além de nos trazer um conhecimento imprescindível, proporcionam nos relacionar com os demais clubes e aprender com as ações e projetos desenvolvidos pelos outros”, afirma Canella. Responsável pelo Grupo 2, o governador assistente destaca que o enfoque principal com seus clubes é o desenvolvimento do quadro social, desenvolvimento de projetos distritais e globais, contribuições para a Fundação Rotária através do Programa Empresa Cidadã, ações humanitárias. “A formação de um Rotary Club Satélite é uma das metas do nosso grupo. Estamos prospectando interessados que possam fazer parte deste Clube Satélite do Maringá Sul. Na minha opinião o distrito vem se desenvolvendo muito nos últimos anos, aumentando consideravelmente a prestação de serviços às comunidades mais carentes. Mesmo com as atribuições pessoais e profissionais de cada um, os associados do Distrito têm se engajado e disponibilizado seu tempo para este fim”.  Larissa Nakao  Comunicação Corporativa

Artigo do Diretor do RI Mário César Camargo - Brasília 2019: o Instituto Rotary da Imagem Pública (parte 2)

O Instituto começou com um formato moderno : na quinta à noite, um luau à beira da piscina, com a pipoca que faz a fama do presidente Mark, e a iluminação através dos palitos de fósforo acendidos um a um, numa cadeia humana em que Rotary conecta o mundo, lema do ano. Na sexta, 6 de setembro, a abertura contou com a presença do ministro da Saúde Luis Henrique Mandetta, filho do ex-governador Helio Mandetta, que ministrou magnífica explicação sobre o quadro atual da saúde no Brasil. E enfatizou a parceria estabelecida entre o Rotary e os programas de vacinação, pólio, sarampo, e detecção de hepatite. Em seguida falou o embaixador William Popp, dos EUA, que celebrou a estória do Rotary e os vínculos entre seu país e o Brasil, tendo sido os EUA o primeiro a reconhecer a independência do Brasil, em 1822. O programa denso foi cortado pela emoção da apresentação do balé Fernanda Bianchini, ganhador de prêmios na Alemanha, a primeira companhia de balé de cegos do mundo. Afinal, Denise havia reclamado que o programa transpirava muita razão, pouca emoção. Solicitação atendida, e olhos marejados na plateia. O chairman e o diretor ocuparam espaço para seus recados de boas vindas ao público presente. Pronunciamentos da curadora representando a Fundação Brenda Cressey sobre as últimas informações do programa da Pólio, e do presidente Mark Maloney sobre as metas da gestão, de fazer o Rotary crescer, encerraram a apresentação da manhã. À tarde, uma supresa : o filho de rotarianos Marcelo Rosenbaum, arquiteto premiado internacionalmente por projetos ecologicamente corretos, e o “papa” da embalagem no Brasil, Lincoln Seragini, falando sobre as vantagens de uma empresa socialmente responsável em termos patrimoniais. Temas que aparentemente nada tinham a ver com Rotary, mas que na realidade, reproduzem no mundo profissional nossas premissas e valores. Depois, um pouco de controvérsia . Ao mesmo tempo em que o presidente e o diretor e o chairman eram cortesmente recebidos, junto com Bill O´Dwyer, o curador Hipólito Ferreira, a curadora Brenda Cressey e o embaixador americano pelo presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, ocorria um debate no Instituto com jornalistas da TV Bandeirantes. O diretor da TV, Fernando Mitre, e o jornalista Fabio Pannunzio, fizeram um diagnóstico crítico à gestão do presidente, gerando algum desconforto. Mas o Rotary não é partidário, respeitamos as instituições, o presidente legitimamente eleito e a liberdade de imprensa. Somos uma instituição que preza a tolerância, a paz, o convívio entre contrários de forma civilizada. E essa programação evidenciou esses valores, de forma nítida. No sábado, dia da Independência, os trabalhos continuaram. Apresentações dos diretores brasileiros num programa de perguntas e respostas, com participação surpreendente da audiência, relatórios financeiros do Rotary International, a palestra sempre futurista do ex-presidente Luis Giay, premiações de distritos com maior desempenho na gestão anterior. Entre os intervalos, entrevista à TV Record, de Brasília. Mais Imagem Pública. No domingo, plantio de árvore, com 80 rotarianos presentes, com a placa da ética que caracteriza os valores do Rotary. E a missa, à qual compareceram 250 rotarianos, numa cerimônia de mais de 1200 pessoas onde o Rotary foi homenageado na Catedral de Brasília. Ufa ! Acabou ? Ainda não. Como só Brasília tem o Senado Federal, não poderíamos perder a oportunidade de falar na casa maior da democracia representativa do povo brasileiro. Por interferência dos senadores Izalci Lucas, que cedeu o espaço para o Rotary, e da senadora Leila Barros, que presidiu a sessão, o presidente Mark Maloney foi o primeiro do Rotary International a dirigir a palavra da tribuna do Senado, antecedido pelo diretor. Foi a chance que tivemos de enfatizar os valores, programas, serviços e projetos de 53 mil rotarianos do Brasil. Com isso já estávamos na segunda, dia 9 de setembro. Hora de voltar para casa. Hora de fazer o Rotary crescer. Obrigado, rotarianos de Brasília, e do distrito 4530. Agora é preparar para Salvador 2020 !            

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